Por ter escondido
Não ter esclarecido
Ter discordado
Sem haver entendido
Ter esnobado
O seu pedido
Ter desencaminhado
O que não estava perdido
Ter desafinado
O som que estava nítido
![]() |
O trabalho Reflexões Refletidas de Fabrício Olmo Aride foi licenciado com uma Licença Creative Commons - Atribuição - NãoComercial - CompartilhaIgual 3.0 Não Adaptada. |
quinta-feira, 26 de junho de 2014
Não quero mais ouvir
Não quero mais ouvir você dizer
Que não é possível
Não quero mais ouvir você dizer
Que não é passível
Não quero mais ouvir você dizer
Que não é capaz
Não quero mais ouvir você dizer
Que nunca mais
Não quero mais ouvir você dizer
Que vai desistir
Não quero mais ouvir você dizer
Que não vai progredir
Não quero mais ouvir você dizer
Que não há esperança
Não quero mais ouvir você dizer
Que não há temperança
Não quero mais ouvir você dizer
Que o show acabou
Não quero mais ouvir você dizer
I should stay, I shouldn't go
Coração arbitrário
É o remetente
E o destinatário:
Mente
Que não é possível
Não quero mais ouvir você dizer
Que não é passível
Não quero mais ouvir você dizer
Que não é capaz
Não quero mais ouvir você dizer
Que nunca mais
Não quero mais ouvir você dizer
Que vai desistir
Não quero mais ouvir você dizer
Que não vai progredir
Não quero mais ouvir você dizer
Que não há esperança
Não quero mais ouvir você dizer
Que não há temperança
Não quero mais ouvir você dizer
Que o show acabou
Não quero mais ouvir você dizer
I should stay, I shouldn't go
Coração arbitrário
É o remetente
E o destinatário:
Mente
Bom
Coração disparado
Espírito descompassado
Angústia sufocante
Estressante
Mais um dia de batalha
Malha judas, judas malha
Uma batalha campal
Do mal contra o mal
Tudo isso para quê?
Para resolver, só a paz
É necessário entender
Para que querer ser mais?
Brigar cansa
Destrutiva é a vingança
Se há sofrimento, não há razão
Eis o xis da questão
Procurar o que há de bom
Absorver o dom
De ser agregador
Através do amor
Espírito descompassado
Angústia sufocante
Estressante
Mais um dia de batalha
Malha judas, judas malha
Uma batalha campal
Do mal contra o mal
Tudo isso para quê?
Para resolver, só a paz
É necessário entender
Para que querer ser mais?
Brigar cansa
Destrutiva é a vingança
Se há sofrimento, não há razão
Eis o xis da questão
Procurar o que há de bom
Absorver o dom
De ser agregador
Através do amor
segunda-feira, 16 de junho de 2014
Perturbação
Perturbação
Quando você diz que sim
E alguém diz que não
Quando você diz que é assim
E alguém contramão
Quando alguém tende
E você não entende
Quando alguém explica
E você não aplica
Quando alguém usa a força
E bota você na forca
Quando alguém ameaça
E a batata assa
Quando embaralham os pensamentos
E aumentam os descontentamentos
Então
Ação
Reação
Perturbação
Quando você diz que sim
E alguém diz que não
Quando você diz que é assim
E alguém contramão
Quando alguém tende
E você não entende
Quando alguém explica
E você não aplica
Quando alguém usa a força
E bota você na forca
Quando alguém ameaça
E a batata assa
Quando embaralham os pensamentos
E aumentam os descontentamentos
Então
Ação
Reação
Perturbação
segunda-feira, 20 de janeiro de 2014
Mardita
É dia de festa
E você tomando todas
Alegria é o que te resta
A realidade que se exploda
Sempre que o garçom passa
O que servir você traça
Festa é pra festejar
O negócio é animar
As horas passam, então
O copo grudou na sua mão
Tá bancando o equilibrista
Para não cair na pista
É a mardita da cachaça
Alguém te esbarra sem querer
Oh, meu Deus, fazer o quê
Você perde a razão, ira, alucinação
E começa a confusão
Você começa a xingar
A patroa que quer te afastar
Logo ela que te aguenta
Tá corajoso e agora enfrenta
De repente olha em volta
Ninguém entende tua revolta
Achou que tava sendo macho
Acabou com cara de tacho
É a mardita da cachaça
A cerveja sobre o bolo
Para completar o rolo
Vai pra casa de carona
Mas vomita bem na lona
E no dia seguinte
Acorda ao meio dia e vinte
Olha no espelho, murcho, derrotado
Detonado, humilhado, envergonhado, atropelado
Pela mardita da cachaça
A mardita da cachaça
Ninguém anotou a placa
Do caminhão pipa de cachaça...
E você tomando todas
Alegria é o que te resta
A realidade que se exploda
Sempre que o garçom passa
O que servir você traça
Festa é pra festejar
O negócio é animar
As horas passam, então
O copo grudou na sua mão
Tá bancando o equilibrista
Para não cair na pista
É a mardita da cachaça
Alguém te esbarra sem querer
Oh, meu Deus, fazer o quê
Você perde a razão, ira, alucinação
E começa a confusão
Você começa a xingar
A patroa que quer te afastar
Logo ela que te aguenta
Tá corajoso e agora enfrenta
De repente olha em volta
Ninguém entende tua revolta
Achou que tava sendo macho
Acabou com cara de tacho
É a mardita da cachaça
A cerveja sobre o bolo
Para completar o rolo
Vai pra casa de carona
Mas vomita bem na lona
E no dia seguinte
Acorda ao meio dia e vinte
Olha no espelho, murcho, derrotado
Detonado, humilhado, envergonhado, atropelado
Pela mardita da cachaça
A mardita da cachaça
Ninguém anotou a placa
Do caminhão pipa de cachaça...
Dá um tempo
Nuvem escura
Ferida sem atadura
Cegueira
Perdeu a estribeira
Dá um tempo
Perdeu a calma
Perdeu-se da alma
Levado por vícios
Deixando vestígios
Dá um tempo
Entregue à loucura
Não se entrega à cura
Não consegue acertar
Afogando-se nesse mar
Dá um tempo
Só olha para o chão
Não ergue aos céus a mão
Perdeu o bom senso
Enxugue as lágrimas no lenço
E dá um tempo
Dá um tempo
Dá um tempo
Tempo ao tempo
Ferida sem atadura
Cegueira
Perdeu a estribeira
Dá um tempo
Perdeu a calma
Perdeu-se da alma
Levado por vícios
Deixando vestígios
Dá um tempo
Entregue à loucura
Não se entrega à cura
Não consegue acertar
Afogando-se nesse mar
Dá um tempo
Só olha para o chão
Não ergue aos céus a mão
Perdeu o bom senso
Enxugue as lágrimas no lenço
E dá um tempo
Dá um tempo
Dá um tempo
Tempo ao tempo
terça-feira, 14 de janeiro de 2014
Os dois lados da moeda
É velho ou novo?
Depende do ponto de vista
Novo, novo, novo
Novidades a perder de vista
Sociedade com novos estigmas
Quebrando paradigmas
Buscando a supremacia
Com uma dose de anarquia
Aprendizado, joga fora
Ou deixa para outra hora
Agora, tudo é novo
Quem nasceu antes? A galinha ou o ovo?
Tudo é presente
O passado tem que ser ausente
Será?
Qual é a muda boa, qual é a má?
O melhor, melhor
Saber isso de cor
Esqueça as lições de outrora
Ou vai ficar por fora
Qual é o termo?
Acabou o meio-termo?
Os anos se vão
Aprendizados em vão
Sou bom nisso
Mas não estou atualizado naquilo
Difícil acompanhar
Difícil assimilar
Dois lados da moeda
Que deviam unir-se para evitar queda
Buscar o colaborativo ambiente
E não entender-se como onisciente
Depende do ponto de vista
Novo, novo, novo
Novidades a perder de vista
Sociedade com novos estigmas
Quebrando paradigmas
Buscando a supremacia
Com uma dose de anarquia
Aprendizado, joga fora
Ou deixa para outra hora
Agora, tudo é novo
Quem nasceu antes? A galinha ou o ovo?
Tudo é presente
O passado tem que ser ausente
Será?
Qual é a muda boa, qual é a má?
O melhor, melhor
Saber isso de cor
Esqueça as lições de outrora
Ou vai ficar por fora
Qual é o termo?
Acabou o meio-termo?
Os anos se vão
Aprendizados em vão
Sou bom nisso
Mas não estou atualizado naquilo
Difícil acompanhar
Difícil assimilar
Dois lados da moeda
Que deviam unir-se para evitar queda
Buscar o colaborativo ambiente
E não entender-se como onisciente
Assinar:
Postagens (Atom)
