Existe uma predisposição pessimista
E de repente a realidade é otimista
O que parecia sem sentido
Se torna cristalino e límpido
São as fases legais da vida
Onde situações inesperadas se encontram
E surge um novo ponto de partida
As dúvidas não mais amedrontam
É a hora de partir para cima
Fazer com que tudo siga a rima
Em prol do mesmo objetivo
Pois vitória não é um abstrato substantivo
Vivemos para gostar de viver
Somos o que queremos ser
Não é uma questão material
Mas de ficar satisfeito no final
Existem muitas fontes de alegria
E a melhor de todas é a empatia
Valorização das virtudes, aceitação dos defeitos
De que podemos ser ótimos, não perfeitos
União
Consagração
Crer
Fazer
Tranquilidade
Sem ansiedade
Porque no combate, se se abate
O destino é o abate
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sexta-feira, 26 de setembro de 2014
sexta-feira, 19 de setembro de 2014
Gosto
Gosto de mistura
Sanidade e loucura
Encadeamentos
Momentos
Gosto de fazer acontecer
De ver acontecer
Da forma prática
Reta e sem plástica
Gosto do preto no branco
Da muleta e do manco
Do caminho tortuoso
Do futuro nebuloso
Gosto de me sentir bem
Satisfeito com, satisfeito sem
Um dia de cada vez
O talvez
O que há?
O que verá?
O que virá?
Será?
Sanidade e loucura
Encadeamentos
Momentos
Gosto de fazer acontecer
De ver acontecer
Da forma prática
Reta e sem plástica
Gosto do preto no branco
Da muleta e do manco
Do caminho tortuoso
Do futuro nebuloso
Gosto de me sentir bem
Satisfeito com, satisfeito sem
Um dia de cada vez
O talvez
O que há?
O que verá?
O que virá?
Será?
quinta-feira, 11 de setembro de 2014
Em que acredito
Acredito em história
Em passado de glória
Acredito no presente
Passado e futuro em frente
Acredito na mistura
O velho, o novo, a cura
Acredito em algo sensacional
Com todos felizes no final
Acredito em bons projetos
Que unam afetos e desafetos
Acredito que vamos conseguir
E que a admiração mútua irá emergir
Acredito em perceber todos os lados
No entendimento das limitações
Acredito em valorizar talentos demonstrados
Unindo-se em prol das mesmas ações
Acredito na união
Acredito no time
Que, sim, será campeão
Com entrosamento sublime
Em passado de glória
Acredito no presente
Passado e futuro em frente
Acredito na mistura
O velho, o novo, a cura
Acredito em algo sensacional
Com todos felizes no final
Acredito em bons projetos
Que unam afetos e desafetos
Acredito que vamos conseguir
E que a admiração mútua irá emergir
Acredito em perceber todos os lados
No entendimento das limitações
Acredito em valorizar talentos demonstrados
Unindo-se em prol das mesmas ações
Acredito na união
Acredito no time
Que, sim, será campeão
Com entrosamento sublime
Do que tenho medo
Tenho medo de não progredir
Tenho medo de cair
Tenho medo do fim
Tenho medo de mim
Tenho medo de não somar
Tenho medo de desagregar
Tenho medo de não ser capaz
Tenho medo de ficar para trás
Tenho medo de besteiras
Tenho medo de cegueiras
Tenho medo do insulto
Tenho medo do luto
Tenho medo de não ser acolhido
Tenho medo de ser esquecido
Tenho medo de não ser um ser bom
Tenho medo de não ter dom
Medo santo de cada dia
Fujo do medo sem apatia
Mas tenho medo do beco sem saída
Onde encontrarei o sarcasmo da vida
Tenho medo de cair
Tenho medo do fim
Tenho medo de mim
Tenho medo de não somar
Tenho medo de desagregar
Tenho medo de não ser capaz
Tenho medo de ficar para trás
Tenho medo de besteiras
Tenho medo de cegueiras
Tenho medo do insulto
Tenho medo do luto
Tenho medo de não ser acolhido
Tenho medo de ser esquecido
Tenho medo de não ser um ser bom
Tenho medo de não ter dom
Medo santo de cada dia
Fujo do medo sem apatia
Mas tenho medo do beco sem saída
Onde encontrarei o sarcasmo da vida
sábado, 23 de agosto de 2014
Eu cego
Eu cego meu caminho
Sou um estranho no ninho
Não afirmo, nem nego
E assim cego
Eu cego meu caminho
Entre a flor e o espinho
Refém das mudanças
Mais velozes que lanças
Eu cego o meu caminho
Apraz ou mesquinho
No centro ou de canto
Se danço, canto
Eu cego meu caminho
Escrevendo em pergaminho
Entre ondas nebulosas
E paisagens formosas
Eu cego meu caminho
Pelo pão, pelo vinho
Eu cego
Não nego
Sou um estranho no ninho
Não afirmo, nem nego
E assim cego
Eu cego meu caminho
Entre a flor e o espinho
Refém das mudanças
Mais velozes que lanças
Eu cego o meu caminho
Apraz ou mesquinho
No centro ou de canto
Se danço, canto
Eu cego meu caminho
Escrevendo em pergaminho
Entre ondas nebulosas
E paisagens formosas
Eu cego meu caminho
Pelo pão, pelo vinho
Eu cego
Não nego
sexta-feira, 22 de agosto de 2014
Legal, cara
Ver pessoas de bem
Se dando bem
Ver o esforço empregado
Bem recompensado
Que num momento de desilusão
Surja uma alegria
Que num momento de incompreensão
Surja uma empatia
Que o meio termo vingue
Que querer vingança não vingue
Que a dor e a raiva fiquem para trás
Que as coisas boas matem as coisas más
Quando a respiração é profunda
Quando uma boa ideia é fecunda
Quando o que fere, sara
Legal, cara
Se dando bem
Ver o esforço empregado
Bem recompensado
Que num momento de desilusão
Surja uma alegria
Que num momento de incompreensão
Surja uma empatia
Que o meio termo vingue
Que querer vingança não vingue
Que a dor e a raiva fiquem para trás
Que as coisas boas matem as coisas más
Quando a respiração é profunda
Quando uma boa ideia é fecunda
Quando o que fere, sara
Legal, cara
domingo, 17 de agosto de 2014
Essa é a lei
Hoje já não sei
Essa é a lei
Conceitos quebrados
Emancipados
Controle, não há
Ondas revoltas no mar
Em busca de sentido
O desconstruído, o reconstruído
Deixando seguir
Buscando algo emergir
Dentro da imersão
Da questão
Fatos se encontram
Fatos se desencontram
Fatos levam a choques
Explosão de enfoques
Verdades milenares
Com quedas de pilares
Verdades que se desfazem
E tanto vazio trazem
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