Conexões distintas
De situações iguais
Que aquelas tintas
Não cobrem mais
Tudo está visível
Em alto relevo
Um tanto risível
Sorte de trevo
Um olhar para a vida
Há volta após a ida?
E se houver desvio?
O que vale o desafio?
Uma posição
Uma imposição
Uma opressão
Uma inquisição
Períodos passam
Mundo muda
Fala muda
Homens caçam
Olham a mira
Disparam a arma
A arma da fala
Da fala que cala
E a atitude
Na amplitude
Move as peças
Rés inconfessas
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O trabalho Reflexões Refletidas de Fabrício Olmo Aride foi licenciado com uma Licença Creative Commons - Atribuição - NãoComercial - CompartilhaIgual 3.0 Não Adaptada. |
quarta-feira, 16 de setembro de 2009
sábado, 12 de setembro de 2009
28
Maledicência
Prepotência
Consciência
Frequência
Temor
Ambição
Tremor
Questão
Ninho
Caminho
Ação
Subordinação
Critério
Estéril
Lucidez
Embriaguez
Relação
Pressão
Clausura
Fissura
Orquestra
Palestra
Bandeira
Asneira
Ofício
Solstício
Suplício
Hospício
Prepotência
Consciência
Frequência
Temor
Ambição
Tremor
Questão
Ninho
Caminho
Ação
Subordinação
Critério
Estéril
Lucidez
Embriaguez
Relação
Pressão
Clausura
Fissura
Orquestra
Palestra
Bandeira
Asneira
Ofício
Solstício
Suplício
Hospício
Frequência
Como um todo
Nada
Ou tudo
Ou mais ou menos
Como sempre
Nunca
Ou sempre
Ou às vezes
Frequentemente
Com que frequência
Acelerada
Desacelerada
O caminho
Reto
Curvilíneo
Incerto
Latitude
Longitude
Distância
Ânsia
Ser
Estar
Ter
Amar
Nada
Ou tudo
Ou mais ou menos
Como sempre
Nunca
Ou sempre
Ou às vezes
Frequentemente
Com que frequência
Acelerada
Desacelerada
O caminho
Reto
Curvilíneo
Incerto
Latitude
Longitude
Distância
Ânsia
Ser
Estar
Ter
Amar
segunda-feira, 17 de novembro de 2008
Chato
Toda a conversa quer dominar
Se o papo é reto, quer desviar
Distribui elogios e simpatia
Mas ouve os outros com apatia
Quer receber todos os holofotes
Só quer falar dos próprios dotes
Tudo conhece, tudo sabe
É tanto discurso que em si não cabe
Possui conhecimentos que despertam curiosidade
Mas gosta de falar, não de conversar
Não responde a perguntas com facilidade
Não dá abertura para dialogar
Vende a própria imagem ininterruptamente
E se torna inconveniente
Acaba cansando o espectador
Que não consegue interagir com o interlocutor
Tenho por ti todo respeito
Estou somente elucidando um fato
E os bons modos não me dão o direito
De dizer que você é chato
Se o papo é reto, quer desviar
Distribui elogios e simpatia
Mas ouve os outros com apatia
Quer receber todos os holofotes
Só quer falar dos próprios dotes
Tudo conhece, tudo sabe
É tanto discurso que em si não cabe
Possui conhecimentos que despertam curiosidade
Mas gosta de falar, não de conversar
Não responde a perguntas com facilidade
Não dá abertura para dialogar
Vende a própria imagem ininterruptamente
E se torna inconveniente
Acaba cansando o espectador
Que não consegue interagir com o interlocutor
Tenho por ti todo respeito
Estou somente elucidando um fato
E os bons modos não me dão o direito
De dizer que você é chato
segunda-feira, 4 de agosto de 2008
Mentecapta
Mente que cria
Mente fria
Mente que ilude
Mente rude
Mente que leva
Mente de Eva
Mente que pensa
Mente tensa
Mente que erra
Mente que encerra
Mente que escraviza
Mente cinza
Mente que torce
Mente que distorce
Mente que engana
Mente de gana
Mente de guerra
Mente que enterra
Mente que desajusta
Mente injusta
A mente capta
Mentecapta
A mente capta
Mentecapta
Mente fria
Mente que ilude
Mente rude
Mente que leva
Mente de Eva
Mente que pensa
Mente tensa
Mente que erra
Mente que encerra
Mente que escraviza
Mente cinza
Mente que torce
Mente que distorce
Mente que engana
Mente de gana
Mente de guerra
Mente que enterra
Mente que desajusta
Mente injusta
A mente capta
Mentecapta
A mente capta
Mentecapta
terça-feira, 11 de setembro de 2007
Um
Sempre o mesmo caminho de ida
Sempre o mesmo caminho de volta
A infância esquecida
O coração que se revolta
É difícil mudar o trajeto
É um vício que adia um projeto
O futuro parece opaco
E, o presente, um monte de caco
Esperando solucionar um caso
De braços dados com o acaso
O recomeço seria um tropeço?
Ou conseguiríamos pagar o preço?
Ter patrão?
Ser padrão?
E o que nos cativa?
E a força criativa?
Seguindo em frente
Ficando de pé
O coração quente
Mantém a fé
O caminho é um
E vamos encontrar
O caminho é um
Navegando neste mar
Sempre o mesmo caminho de volta
A infância esquecida
O coração que se revolta
É difícil mudar o trajeto
É um vício que adia um projeto
O futuro parece opaco
E, o presente, um monte de caco
Esperando solucionar um caso
De braços dados com o acaso
O recomeço seria um tropeço?
Ou conseguiríamos pagar o preço?
Ter patrão?
Ser padrão?
E o que nos cativa?
E a força criativa?
Seguindo em frente
Ficando de pé
O coração quente
Mantém a fé
O caminho é um
E vamos encontrar
O caminho é um
Navegando neste mar
segunda-feira, 12 de fevereiro de 2007
Muda
Aquele muro que era branco
Agora está vermelho
E já não demoro tanto
Na frente do espelho
Aquele bar famoso
Já não existe mais
E aquele rosto formoso
Mudou demais
Tudo continua a crescer
Tudo continua a mudar
Muitos continuam a esquecer
Muitos fazem questão de não lembrar
Na busca de sentidos
Não devemos ficar contidos
A sombra da mudança
Não pode tapar a esperança
Se tudo passamos
E se tudo muda
O que plantamos
Para crescer a muda?
Tudo muda
Mas a voz muda
Não cresce a muda
Tudo muda
Mas a voz muda
Não cresce a muda
Agora está vermelho
E já não demoro tanto
Na frente do espelho
Aquele bar famoso
Já não existe mais
E aquele rosto formoso
Mudou demais
Tudo continua a crescer
Tudo continua a mudar
Muitos continuam a esquecer
Muitos fazem questão de não lembrar
Na busca de sentidos
Não devemos ficar contidos
A sombra da mudança
Não pode tapar a esperança
Se tudo passamos
E se tudo muda
O que plantamos
Para crescer a muda?
Tudo muda
Mas a voz muda
Não cresce a muda
Tudo muda
Mas a voz muda
Não cresce a muda
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