Aquele muro que era branco
Agora está vermelho
E já não demoro tanto
Na frente do espelho
Aquele bar famoso
Já não existe mais
E aquele rosto formoso
Mudou demais
Tudo continua a crescer
Tudo continua a mudar
Muitos continuam a esquecer
Muitos fazem questão de não lembrar
Na busca de sentidos
Não devemos ficar contidos
A sombra da mudança
Não pode tapar a esperança
Se tudo passamos
E se tudo muda
O que plantamos
Para crescer a muda?
Tudo muda
Mas a voz muda
Não cresce a muda
Tudo muda
Mas a voz muda
Não cresce a muda
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O trabalho Reflexões Refletidas de Fabrício Olmo Aride foi licenciado com uma Licença Creative Commons - Atribuição - NãoComercial - CompartilhaIgual 3.0 Não Adaptada. |
segunda-feira, 12 de fevereiro de 2007
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2006
Ou não
Hora de partir
Já que não está bom aqui
Tentar o que se crê
Pois só assim se pode ser
E agora tanto faz
Prove a si que é capaz
Possa o que você quiser
Não se esqueça quem é
Girou, está girando
Caí, levantei... estou andando
Estou sempre a sonhar
Assim estou como quero estar
Viver, aprender
Analisar, compreender
Ainda sinto o ontem
Até que o hoje e o amanhã se encontrem
Já passou, tudo mudou
Você foi, ela chegou
Nova vida, nova morte
Novo azar, nova sorte
Peguei muito a contramão
Forcei um sim do que era não
Me choquei contra a ilusão
Mas encontrei uma direção... ou não
Já que não está bom aqui
Tentar o que se crê
Pois só assim se pode ser
E agora tanto faz
Prove a si que é capaz
Possa o que você quiser
Não se esqueça quem é
Girou, está girando
Caí, levantei... estou andando
Estou sempre a sonhar
Assim estou como quero estar
Viver, aprender
Analisar, compreender
Ainda sinto o ontem
Até que o hoje e o amanhã se encontrem
Já passou, tudo mudou
Você foi, ela chegou
Nova vida, nova morte
Novo azar, nova sorte
Peguei muito a contramão
Forcei um sim do que era não
Me choquei contra a ilusão
Mas encontrei uma direção... ou não
terça-feira, 4 de outubro de 2005
Semente
Olhando pelas janelas
Janelas do ser
As nuvens do viver
Não são mais aquelas
Já faz muitos anos
Que a culpa pela falta
Foge sem causar danos
E a boa vontade exalta
Querer sempre aprimorar
Pelo amor que se tem
E a tranquilidade, o maior bem
Jamais penhorar
Estamos aqui para tentar
Estamos aqui para sonhar
Plantando sementes a cada dia
Tornando a vida uma poesia
Janelas do ser
As nuvens do viver
Não são mais aquelas
Já faz muitos anos
Que a culpa pela falta
Foge sem causar danos
E a boa vontade exalta
Querer sempre aprimorar
Pelo amor que se tem
E a tranquilidade, o maior bem
Jamais penhorar
Estamos aqui para tentar
Estamos aqui para sonhar
Plantando sementes a cada dia
Tornando a vida uma poesia
quarta-feira, 4 de maio de 2005
Busca
Tranquilo
O monstro não é bem aquilo
Em paz
Mostra como é capaz
São
Sabe digerir um não
Focado
O problema é solucionado
Bondoso
O existir é honroso
Empático
Convence o enfático
Atento
Não se torna lento
Responsável
Torna-se notável
Companheiro
Constrói um celeiro
Criativo
Torna o que faz atrativo
Sincero
Sabendo falar, não tem lero-lero
Amigo
Vê além do próprio umbigo
Engraçado
A vida não se torna um fardo
Motivado
Não se sente escravizado
Escutando
Saberá o que falar
Estudando
Oportunidades não irão faltar
Bom humor
Enche a vida de cor
Poeta
Busca a resposta correta
O monstro não é bem aquilo
Em paz
Mostra como é capaz
São
Sabe digerir um não
Focado
O problema é solucionado
Bondoso
O existir é honroso
Empático
Convence o enfático
Atento
Não se torna lento
Responsável
Torna-se notável
Companheiro
Constrói um celeiro
Criativo
Torna o que faz atrativo
Sincero
Sabendo falar, não tem lero-lero
Amigo
Vê além do próprio umbigo
Engraçado
A vida não se torna um fardo
Motivado
Não se sente escravizado
Escutando
Saberá o que falar
Estudando
Oportunidades não irão faltar
Bom humor
Enche a vida de cor
Poeta
Busca a resposta correta
quarta-feira, 26 de junho de 2002
Lembro-me
Lembro-me
De quando me alertava
E eu não escutava
Lembro-me
De quando me dizia
E eu não entendia
Lembro-me
De quando me amava
E eu me calava
Lembro-me
De quando sorria
E eu nada sentia
As lembranças ficaram
Os destinos mudaram
Lembro-me sem querer lembrar
Memórias pulsantes como as ondas do mar
De quando me alertava
E eu não escutava
Lembro-me
De quando me dizia
E eu não entendia
Lembro-me
De quando me amava
E eu me calava
Lembro-me
De quando sorria
E eu nada sentia
As lembranças ficaram
Os destinos mudaram
Lembro-me sem querer lembrar
Memórias pulsantes como as ondas do mar
terça-feira, 5 de fevereiro de 2002
Nós
Abençoado seja o seu nome
E que "nós" seja sempre o nosso pronome
Em cada vida que virá
Quem caminhemos sempre com fé
Que a água limpa corra sobre os nossos pés
Para o amor perseverar
E que "nós" seja sempre o nosso pronome
Em cada vida que virá
Quem caminhemos sempre com fé
Que a água limpa corra sobre os nossos pés
Para o amor perseverar
quinta-feira, 19 de julho de 2001
Entre 4 paredes
Fomos
Estamos
Somos
Questionamos
Entre 4 paredes
Sonhamos
Refletimos
Nos amamos
Dormimos
Entre 4 paredes
Estudamos
Trabalhamos
Nos escondemos
Envelhecemos
Entre 4 paredes
Assistimos à TV
Negócios são fechados
Querem nos ver
Seremos enterrados
Entre 4 paredes
Conversamos com quem não conhecemos
Discutimos com quem convivemos
Desatamos os nós
Nos sentimos sós
Entre 4 paredes
Estamos
Somos
Questionamos
Entre 4 paredes
Sonhamos
Refletimos
Nos amamos
Dormimos
Entre 4 paredes
Estudamos
Trabalhamos
Nos escondemos
Envelhecemos
Entre 4 paredes
Assistimos à TV
Negócios são fechados
Querem nos ver
Seremos enterrados
Entre 4 paredes
Conversamos com quem não conhecemos
Discutimos com quem convivemos
Desatamos os nós
Nos sentimos sós
Entre 4 paredes
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