Dizer que não sabe
Assumir fraquezas
Dizer que não cabe
Assumir tristezas
Cair em julgamento
Sentir o sofrimento
Depois, julgar com sentença
Invadir sem licença
Juiz ou réu
Mocinhos e bandidos
Invertendo o papel
Valores encardidos
Competição
Individualismo
Distorção
Cinismo
Enxergar o exterior
Enxergar o interior
O que se faz?
Que resultado traz?
Ainda não foi entendido
Em nossa alma lobisomem
Que nesse mundo perdido
Não existe o super-homem
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O trabalho Reflexões Refletidas de Fabrício Olmo Aride foi licenciado com uma Licença Creative Commons - Atribuição - NãoComercial - CompartilhaIgual 3.0 Não Adaptada. |
sábado, 10 de novembro de 2012
quarta-feira, 7 de novembro de 2012
Para trás
Fique para trás
Hábito errado
Palavra mordaz
Punho cerrado
Fique para trás
O que não serve
O que julga incapaz
Sangue que ferve
Fique para trás
Efêmera moda
Quem nada faz
Tudo o que poda
Fique para trás
A injustiça
O que malefícios traz
A preguiça
Fique para trás
Todo tormento
Hora de pegar as pás
Cobrir tudo com cimento
Fique para trás
Fruto de infelicidade
Apodreça em paz
Em nome da liberdade
terça-feira, 30 de outubro de 2012
Ida
Ir
Despedir
Recomeçar
Pensar
No que foi proveitoso
No que foi desastroso
Nova oportunidade
Nova eternidade
Outra cultura
Outra loucura
Loucura da mudança
Quem não espera, também alcança
Agora é seguir
Nova porta após sair
Ato certo, ato falho
Reorganizando o baralho
De peito aberto
Olhar desperto
E o que é passado
Não será descartado
Aprendizado empírico
De modo lírico
Canalizando as energias
Tracejando as vias
Existe o agora
Existe o amanhã
E existe a hora
De uma nova manhã
Despedir
Recomeçar
Pensar
No que foi proveitoso
No que foi desastroso
Nova oportunidade
Nova eternidade
Outra cultura
Outra loucura
Loucura da mudança
Quem não espera, também alcança
Agora é seguir
Nova porta após sair
Ato certo, ato falho
Reorganizando o baralho
De peito aberto
Olhar desperto
E o que é passado
Não será descartado
Aprendizado empírico
De modo lírico
Canalizando as energias
Tracejando as vias
Existe o agora
Existe o amanhã
E existe a hora
De uma nova manhã
quinta-feira, 18 de outubro de 2012
(X)
Amigo
Inimigo
Legal
Banal
Bonito
Feio
Vazio
Cheio
Rancoroso
Amoroso
Inibido
Atrevido
Articulado
Alienado
Cativante
Pedante
Modesto
Presunçoso
Honesto
Asqueroso
Autruísta
Egoísta
Corajoso
Medroso
Ouvir
Abstrair
Assimilar
Desconsiderar
Seguir
Retrair
Questão
Opção
Inimigo
Legal
Banal
Bonito
Feio
Vazio
Cheio
Rancoroso
Amoroso
Inibido
Atrevido
Articulado
Alienado
Cativante
Pedante
Modesto
Presunçoso
Honesto
Asqueroso
Autruísta
Egoísta
Corajoso
Medroso
Ouvir
Abstrair
Assimilar
Desconsiderar
Seguir
Retrair
Questão
Opção
quarta-feira, 10 de outubro de 2012
Mudança
Mais uma mudança
Onde estará pisando?
Outro ritmo de dança
A que estará se adequando
Outro ritmo de dança
A que estará se adequando
Para lá
Para cá
Acertar
Ou errar
Para cá
Acertar
Ou errar
A incógnita aguarda
Todo temor guarda
Hora de enfrentar
Deixar ser e estar
Todo temor guarda
Hora de enfrentar
Deixar ser e estar
A decisão foi tomada
Alta tensão na tomada
Derrota ou vitória?
Bancarrota ou glória?
Alta tensão na tomada
Derrota ou vitória?
Bancarrota ou glória?
Hora de sair do chão
Voar pela contramão
Até que a nuvem desapareça
E a luz do sol aqueça
Voar pela contramão
Até que a nuvem desapareça
E a luz do sol aqueça
Esta é a sequência
Sem saber a consequência
Mas é melhor arriscar-se a voar
Do que cair sem tentar
Sem saber a consequência
Mas é melhor arriscar-se a voar
Do que cair sem tentar
sexta-feira, 5 de outubro de 2012
Pegou Pesado
Pegou pesado
Falou o que não devia
Acharam errado
E ninguém esquecia
Aquele termo infame
No meio do certame
Escândalo pela frase
Colocando-o em má fase
Oh, coisa terrível
Oh, palavra inesquecível
Colocando-o na marginalidade
Na fossa da vulgaridade
Decoradores de lições de moral
Colocam-se acima do bem e do mal
Mas na hora que o cerco cerra
Toda esta soberba encerra
Eis que julgam e mandam
Comportam-se como agiotas
Dizem que uns só falam e andam
Chamam-os de idiotas
Em suas memórias dormentes
Pegam erros alheios pelo laço
Agiotas de mentes
Agiotas do espaço
domingo, 2 de setembro de 2012
Saudades
Saudades de tempos passados
De um tempo que sonhamos vir
De momentos marcados
Do existir
Saudades das coisas que mudaram
Lugares que se desfiguraram
Pessoas que não vemos mais
Amizades reais
Saudades a distância
Que ameniza a ânsia
De um reencontro
Sob o desencontro
Saudades da simplicidade
Da cumplicidade
Do problema ignorado
Dor deixada de lado
Saudades do que não aconteceu
Do que antecedeu
À dúvida do decidir
Para qual caminho seguir
Saudades
Através das idades
Vida que segue
Mas que não nos cegue
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