Uma boa reflexão
Reflete no coração
Coisas boas para seguir
Coisas ruins a se extinguir
Direcionados, repartidos
Organizados, concebidos
Estes pensamentos
São respostas aos momentos
E a reflexão refletida
Ao buscar iluminar a vida
Procura a conclusão
E, imersa, se ergue à respiração
Quanta calma nesta hora
Acordado pela aurora
Mais um aprendizado
Refletido a todo lado
A reflexão refletida
Acalmou o turbilhão
Já encontrou a saída
E terminou esta lição
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O trabalho Reflexões Refletidas de Fabrício Olmo Aride foi licenciado com uma Licença Creative Commons - Atribuição - NãoComercial - CompartilhaIgual 3.0 Não Adaptada. |
terça-feira, 15 de novembro de 2011
terça-feira, 16 de agosto de 2011
Acampado
Dono da verdade
Verdade intransferível
Dominador da realidade
Infalível
Julga
Sem pedirem julgamento
Pulga
Que se enxerga monumento
Não tem bons modos
Mas crê que para ser bom
Tem que ser a seus modos
Sem variar o tom
Se pedem auxílio
Não sabem analisar
Se preferem o exílio
Não sabem perguntar
Tem a certeza do certo
Tem a certeza do errado
Militar no deserto
Acampado
Verdade intransferível
Dominador da realidade
Infalível
Julga
Sem pedirem julgamento
Pulga
Que se enxerga monumento
Não tem bons modos
Mas crê que para ser bom
Tem que ser a seus modos
Sem variar o tom
Se pedem auxílio
Não sabem analisar
Se preferem o exílio
Não sabem perguntar
Tem a certeza do certo
Tem a certeza do errado
Militar no deserto
Acampado
sábado, 16 de outubro de 2010
Roubson
O adubo vem do esterco
Da abelha vem o mel
O Roubson vai apertar o cerco
E transformar inferno em céu
E seguimos em frente
Pois não podemos parar
O Roubson vai guiar
Um povo que se deixa enganar
Sem trabalho não há grana
Mas dinheiro é maldição
Com o Roubson em ação
O povo vai comer grama
Minha terra tem palmeiras
Onde canta o sabiá
E o Roubson, às suas maneiras
Vai fazer, sabe-se lá
Se você tem um sonho
E deseja realizar
Vote no Roubson
Para sua vida melhorar
Da abelha vem o mel
O Roubson vai apertar o cerco
E transformar inferno em céu
E seguimos em frente
Pois não podemos parar
O Roubson vai guiar
Um povo que se deixa enganar
Sem trabalho não há grana
Mas dinheiro é maldição
Com o Roubson em ação
O povo vai comer grama
Minha terra tem palmeiras
Onde canta o sabiá
E o Roubson, às suas maneiras
Vai fazer, sabe-se lá
Se você tem um sonho
E deseja realizar
Vote no Roubson
Para sua vida melhorar
sexta-feira, 7 de maio de 2010
Bordado
A vida começa a tecer
Um novo bordado
Algo novo a acontecer
Nunca vivenciado
Trazer ideias à luz
Costura em ponto cruz
Bordado tomando forma
Em algo belo se torna
Às vezes um desvio
Escapa algum fio
E ajeitando a agulha
A si mesmo orgulha
Está pronto o desenho
É recompensado o empenho
Agora outro tecido a bordar
A criação deve prosperar
Um novo bordado
Algo novo a acontecer
Nunca vivenciado
Trazer ideias à luz
Costura em ponto cruz
Bordado tomando forma
Em algo belo se torna
Às vezes um desvio
Escapa algum fio
E ajeitando a agulha
A si mesmo orgulha
Está pronto o desenho
É recompensado o empenho
Agora outro tecido a bordar
A criação deve prosperar
quarta-feira, 21 de outubro de 2009
Palavra
Mais uma corrida diária
Mais um dia de conquista de área
A mesma história de outrora
Com os ponteiros pressionando a hora
As doutrinas passageiras
As regras modificadas
Olhamos o topo das ladeiras
Lutando contra as pernas atadas
Na velocidade dos acontecimentos
E ideais sem acabamentos
Os valores são deturpados
E todos somos culpados
A palavra não quer ser emudecida
A força não quer ser enfraquecida
Mas a palavra é a força que só existe
Na esperança que resiste
Mais um dia de conquista de área
A mesma história de outrora
Com os ponteiros pressionando a hora
As doutrinas passageiras
As regras modificadas
Olhamos o topo das ladeiras
Lutando contra as pernas atadas
Na velocidade dos acontecimentos
E ideais sem acabamentos
Os valores são deturpados
E todos somos culpados
A palavra não quer ser emudecida
A força não quer ser enfraquecida
Mas a palavra é a força que só existe
Na esperança que resiste
quarta-feira, 16 de setembro de 2009
Conexões Distintas
Conexões distintas
De situações iguais
Que aquelas tintas
Não cobrem mais
Tudo está visível
Em alto relevo
Um tanto risível
Sorte de trevo
Um olhar para a vida
Há volta após a ida?
E se houver desvio?
O que vale o desafio?
Uma posição
Uma imposição
Uma opressão
Uma inquisição
Períodos passam
Mundo muda
Fala muda
Homens caçam
Olham a mira
Disparam a arma
A arma da fala
Da fala que cala
E a atitude
Na amplitude
Move as peças
Rés inconfessas
De situações iguais
Que aquelas tintas
Não cobrem mais
Tudo está visível
Em alto relevo
Um tanto risível
Sorte de trevo
Um olhar para a vida
Há volta após a ida?
E se houver desvio?
O que vale o desafio?
Uma posição
Uma imposição
Uma opressão
Uma inquisição
Períodos passam
Mundo muda
Fala muda
Homens caçam
Olham a mira
Disparam a arma
A arma da fala
Da fala que cala
E a atitude
Na amplitude
Move as peças
Rés inconfessas
sábado, 12 de setembro de 2009
28
Maledicência
Prepotência
Consciência
Frequência
Temor
Ambição
Tremor
Questão
Ninho
Caminho
Ação
Subordinação
Critério
Estéril
Lucidez
Embriaguez
Relação
Pressão
Clausura
Fissura
Orquestra
Palestra
Bandeira
Asneira
Ofício
Solstício
Suplício
Hospício
Prepotência
Consciência
Frequência
Temor
Ambição
Tremor
Questão
Ninho
Caminho
Ação
Subordinação
Critério
Estéril
Lucidez
Embriaguez
Relação
Pressão
Clausura
Fissura
Orquestra
Palestra
Bandeira
Asneira
Ofício
Solstício
Suplício
Hospício
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