Olhando pelas janelas
Janelas do ser
As nuvens do viver
Não são mais aquelas
Já faz muitos anos
Que a culpa pela falta
Foge sem causar danos
E a boa vontade exalta
Querer sempre aprimorar
Pelo amor que se tem
E a tranquilidade, o maior bem
Jamais penhorar
Estamos aqui para tentar
Estamos aqui para sonhar
Plantando sementes a cada dia
Tornando a vida uma poesia
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O trabalho Reflexões Refletidas de Fabrício Olmo Aride foi licenciado com uma Licença Creative Commons - Atribuição - NãoComercial - CompartilhaIgual 3.0 Não Adaptada. |
terça-feira, 4 de outubro de 2005
quarta-feira, 4 de maio de 2005
Busca
Tranquilo
O monstro não é bem aquilo
Em paz
Mostra como é capaz
São
Sabe digerir um não
Focado
O problema é solucionado
Bondoso
O existir é honroso
Empático
Convence o enfático
Atento
Não se torna lento
Responsável
Torna-se notável
Companheiro
Constrói um celeiro
Criativo
Torna o que faz atrativo
Sincero
Sabendo falar, não tem lero-lero
Amigo
Vê além do próprio umbigo
Engraçado
A vida não se torna um fardo
Motivado
Não se sente escravizado
Escutando
Saberá o que falar
Estudando
Oportunidades não irão faltar
Bom humor
Enche a vida de cor
Poeta
Busca a resposta correta
O monstro não é bem aquilo
Em paz
Mostra como é capaz
São
Sabe digerir um não
Focado
O problema é solucionado
Bondoso
O existir é honroso
Empático
Convence o enfático
Atento
Não se torna lento
Responsável
Torna-se notável
Companheiro
Constrói um celeiro
Criativo
Torna o que faz atrativo
Sincero
Sabendo falar, não tem lero-lero
Amigo
Vê além do próprio umbigo
Engraçado
A vida não se torna um fardo
Motivado
Não se sente escravizado
Escutando
Saberá o que falar
Estudando
Oportunidades não irão faltar
Bom humor
Enche a vida de cor
Poeta
Busca a resposta correta
quarta-feira, 26 de junho de 2002
Lembro-me
Lembro-me
De quando me alertava
E eu não escutava
Lembro-me
De quando me dizia
E eu não entendia
Lembro-me
De quando me amava
E eu me calava
Lembro-me
De quando sorria
E eu nada sentia
As lembranças ficaram
Os destinos mudaram
Lembro-me sem querer lembrar
Memórias pulsantes como as ondas do mar
De quando me alertava
E eu não escutava
Lembro-me
De quando me dizia
E eu não entendia
Lembro-me
De quando me amava
E eu me calava
Lembro-me
De quando sorria
E eu nada sentia
As lembranças ficaram
Os destinos mudaram
Lembro-me sem querer lembrar
Memórias pulsantes como as ondas do mar
terça-feira, 5 de fevereiro de 2002
Nós
Abençoado seja o seu nome
E que "nós" seja sempre o nosso pronome
Em cada vida que virá
Quem caminhemos sempre com fé
Que a água limpa corra sobre os nossos pés
Para o amor perseverar
E que "nós" seja sempre o nosso pronome
Em cada vida que virá
Quem caminhemos sempre com fé
Que a água limpa corra sobre os nossos pés
Para o amor perseverar
quinta-feira, 19 de julho de 2001
Entre 4 paredes
Fomos
Estamos
Somos
Questionamos
Entre 4 paredes
Sonhamos
Refletimos
Nos amamos
Dormimos
Entre 4 paredes
Estudamos
Trabalhamos
Nos escondemos
Envelhecemos
Entre 4 paredes
Assistimos à TV
Negócios são fechados
Querem nos ver
Seremos enterrados
Entre 4 paredes
Conversamos com quem não conhecemos
Discutimos com quem convivemos
Desatamos os nós
Nos sentimos sós
Entre 4 paredes
Estamos
Somos
Questionamos
Entre 4 paredes
Sonhamos
Refletimos
Nos amamos
Dormimos
Entre 4 paredes
Estudamos
Trabalhamos
Nos escondemos
Envelhecemos
Entre 4 paredes
Assistimos à TV
Negócios são fechados
Querem nos ver
Seremos enterrados
Entre 4 paredes
Conversamos com quem não conhecemos
Discutimos com quem convivemos
Desatamos os nós
Nos sentimos sós
Entre 4 paredes
quinta-feira, 12 de julho de 2001
Jogo da Vida
Tantas vezes pensei
Que a solução era fugir
Tantas vezes pensei
Que não iria conseguir
Mas fiquei
Saí do mundo de ilusão
Hoje eu sei
Não adianta ter só coração
Ninguém violará as leis da minha mente
Pois sou dono de mim
Não me julgue, julgue o quanto você mente
Também farei isso, a vida é assim
A verdade dói quando é falada
Pois o errado é sempre o outro
E sempre vem na hora errada
Pois o ego vale ouro
Que a solução era fugir
Tantas vezes pensei
Que não iria conseguir
Mas fiquei
Saí do mundo de ilusão
Hoje eu sei
Não adianta ter só coração
Ninguém violará as leis da minha mente
Pois sou dono de mim
Não me julgue, julgue o quanto você mente
Também farei isso, a vida é assim
A verdade dói quando é falada
Pois o errado é sempre o outro
E sempre vem na hora errada
Pois o ego vale ouro
terça-feira, 12 de dezembro de 2000
(...) ar
Eclipse solar
Movimento das águas do mar
A montanha escalar
No abismo desabar
Primavera em todo lugar
Deixar o vento levar
O fogo queimar
O fogo abrigar
A água refrescar
A água afogar
Falta de ar
Troca de ar
Para o céu decolar
No inferno aterrisar
O escurecer e o clarear
O ser e o estar
Movimento das águas do mar
A montanha escalar
No abismo desabar
Primavera em todo lugar
Deixar o vento levar
O fogo queimar
O fogo abrigar
A água refrescar
A água afogar
Falta de ar
Troca de ar
Para o céu decolar
No inferno aterrisar
O escurecer e o clarear
O ser e o estar
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